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Entrevistas

Você é uma verdadeira celebridade instantânea.Isso assusta?
Eu nunca perdi de vista que precisava jogar bem para estar na mídia.A comissão técnica também sempre falou isso, que eu tinha que fazer por onde dentro de campo, se não eu não ia dar entrevista, não ia participar de programas de televisão. Como meu objetivo sempre foi jogar futebol e não ser apenas famoso, não fiquei deslumbrado ou assustado.

Em nenhum momento você se deixou levar pelo assédio?
Tive pessoas que me auxiliam, em casa, meus pais e também o pessoal de dentro do clube. Se não tiver quem ajude, quem auxilie é fácil sair do caminho.Você sai da posição de jogador e acaba virando um produto e isso eu não queria.

Como um produto?
Além das coisas que a gente faz em campo, tem que fazer uma foto aqui, outra coisa ali.Vira um produto da mídia, mas faz parte.Me vejo como uma empresa.Estou prestando um serviço para o São Paulo.Tenho que estar bem.Se a minha empresa for boa, o meu cliente, que é São Paulo, vai ficar satisfeito comigo.Assim vou recebendo, vou ganhando.E vou buscar um cliente maior, a seleção, um clube estrangeiro...Se o São Paulo precisar vender meus serviços, pode também.

Para que cliente a sua empresa sonha prestar serviço? (risos)Times de ponta da Espanha, da Itália, da França.Não penso em algum especificamente.Também não precisa ser já.Se isso acontecer daqui uns dois anos eu estou feliz.O importante é não sumir. Acompanho sempre cinco campeonatos: espanhol, italiano, inglês, alemão e francês.

E se o São Paulo receber uma proposta milionária para você jogar no Japão?
Iria analisar, mais não é minha prioridade.Na vida, não podemos falar sim para tudo.Tem horas que a gente precisa aprender a falar não.

E você já aprendeu a falar não?
Aprendi.Tem que falar não porque as pessoas não estão nem aí se você está cansado ou não.Elas querem fazer o trabalho delas e eu tenho que fazer o meu.Minha maior dificuldade nesse processo de aprendizado foi o fato de eu não querer magoar as pessoas. Sou sentimental nesse sentido.

O que faz você chorar?
Quando eu me desvio do caminho de Deus, aí eu choro.Uma coisa que eu não gosto nunca é me desviar.

Como assim?
Geralmente quando eu faço uma coisa que eu sei que é errado, faço assim mesmo e isso me deixa muito chateado e eu acabo chorando para pedir perdão.

Que tipo de coisa você já fez que julgou errado?
Falar aqui fica difícil...Mas estar nos caminhos de Deus é andar conforme sua palavra, o que está escrito na Bíblia.

Ser um símbolo sexual é algo que vai contra os seus princípios?
Não me agrada.Tem muitos que são os bonitinhos.No começo eu comecei a aparecer mais por isso.Aí eu pensei: não posso ser relacionado a um jogador bonitinho, tenho que ser manchete por aquilo que eu faço.Tenho que procurar sair dessa relação.O bonitinho vai ser depois do bom jogador.Foi uma coisa que eu fui trabalhando, com os meus pais também, procurando ser o melhor.Para me verem como jogador.Existem pessoasque mal sabem o que acontece em campo e gosta de você por causa da sua imagem.Até eu eu gosto de pessoas pelo jeito delas e não sei o que fazem.Sei que tem gente que gosta de mim pelo que vêem em programa...Nem todo mundo gosta de futebol ou nem todo mundo gosta do São Paulo.Sei que alcanço pessoas pelo que eu falo, mas cheguei á Seleção pelo que jogo.

A Seleção se tornou um sonho mais próximo para você quando Parreira sugeriu sua convocação?
Sempre pensei em Seleção, só que depois que o professor Parreira falou, por ele ser um cara de credibilidade dentro da Seleção e no meio do futebol, então é uma coisa que cresce.O pessoal começa a olhar diferente, porque se ele falou é por que tem algo de diferente

E o Parreira já falou que você vai disputar a próxima Copa do Mundo?
(risos)Ele só falou que eu devia ir para a Seleção, né?Eu ainda estou engantinhando...

Engatinhando, mas com chances de estar no Mundial...
Não é porque eu estou começando que vou fugir dos meus objetivos.Se a Copa é neste ano, eu vou buscá-la agora.A próxima Copa não me interessa.Daqui a quatro anos pode acontecer muita coisa.O momento é agora, tem a Copa daqui a quatro meses, vamos lutar para estar dentro.

Jogar ao lado do França na Copa seria o ideal para você, por causa do entrosamento?
E como!Eu sou suspeito para falar do França porque gosto muito de jogar ao lado dele.Eu não sei o que é, pela facilidade que toca a bola, o entrosamento que tenho com ele foi muito bom, então eu sou fã dele.

Mas o França prefere o Romário, que é ídolo dele...
É a opinião dele, tem várias opiniões de jogadores diferentes.Deixa esse problema para o professor Luiz Felipe.Como torcedor brasileiro, vejo o Romário como o melhor na posição dele.

Onde você estava na final da Copa de 94, quando o Brasil foi tetracampeão?
Estava no sítio de um tio, no interior de Minas Gerais, tinha só 12 anos.

Até onde vai sua vaidade?
Não sou vaidoso, não sou mesmo, porque a carreira do jogador não depende de um ano.Um ano como profissional é muito pouco, não posso falar do que eu conquistei em um ano.Claro que foi um bom começo, um excelente começo, só que eu tenho que fazer muita coisa para entrar para a História do futebol, par entrar para a história da São Paulo.E também ser vaidoso só por que eu jogo futebol e ignorância.Com tanta gente passando fome...

E quais são suas preocupações sociais?
Olha, eu sei que a diferença social no Brasil é muito grande.Aprendi isso com o Leonardo, que jogava aqui.Um cara que falava muito disso, até pela fundação que ele montou.Ele falava que a gente tem condição de ter tudo, de ir conquistando...Também não é injusto, a gente está trabalhando, a gente está buscando isso.O futebol hoje envolve essa paixão nacional, é uma coisa muito forte.Aí você está no farol e vê gente pedindo um real moeda...Então eu tenho essa sensibilidade e procuro ajudar o máximo.

Você dá esmola?
Não.Porque eu procuro ajudar de outra maneira, com roupa, com comida, cesta básica.Mas não gosto muito de dar dinheiro.

O que você lê?
A Bíblia sempre.Estou lendo na sequência para terminar, estou em crônicas.

O que mais você está lendo?
Estou lendo um livro sobre a liderança, "A escolha do líder", de Warren G. Bennis, Um negócio assim.Indicado pelo meu pai.Ele leu, passou para mim.Leio entrevistas semanais sempre, "VEJA" "ÉPOCA".

Ser um líder ou o capitão do time de seus objetivos?
Nesse livro mesmo fala que você não escolhe ser um líder, liderança você conquista.Isso eu posso ver aqui dentro.O Rogério é um líder pelo que ele conquistou.Tem uns que querem ser líderes, mas acabam não conseguindo por que não é assim.O grupo tem que confiar em você tem que agradar a maioria, tem que ser uma pessoa de crédito dentro do grupo, tem que ser justo.É aos poucos.

As estatísticas mostram que você é um dos mais violentos do Rio-São Paulo...
Eu não gosto de falar em números, dizer que o jogador é violento, baseado em números.Muitas vezes o cara faz uma falta e é expulso e o outro faz dez e não acontece nada.A falta que que eu faço no meio geralmente é a falta de matar a jogada, porque é onde ela nasce.

Mas você tomou quatro cartões amarelos em sete jogos.
É, estou pendurado no Rio-São Paulo.
Aí todo mundo fala que sou violento.Mas eu era o cara que ficava no rebote do escanteio.Então, sai o contra-ataque, quem tem que matara jogada sou eu.Eu paro a jogada e tomo cartão.

Craque se escreve com c ou com K?
(risos)Se escreve com c na linguagem portuguesa.Mas na linguagem do futebol pode ser com k.






CORAÇÃO MAIS DISPUTADO DO BRASIL PERTO DE TER DONA

Meninas, tirem o cavalinho da chuva, o coração do Kaká tem uma dona.Ou quase.Como está no quase, ela não tem nome.Ele prefere não dizer.
-Ela é muito legal, acho que vai dar certo.Nos conhecemos no final do ano, passamos as férias juntos.Ela áé de Camboriú, eu fui para lá...
E, agora que voltaram para o São Paulo, o desafio é fazer a paixão sobreviver.Depois da fama, ficou mais fácil conhecer as meninas, mas acha difícil identificar as que valham a pena.
É que, por ser jogador de futebol é sempre um alvo em potencial.Sabe disso e não se importa em dizer:Tem medo de mulher golpista.
-Tenho mesmo.Você vê várias carreiras de jogadores acabando por causa de mulheres.No começo aparece um monte de mulher, tem um filho, a mulher acaba tirando todo o rendimento dele dentro de campo, o jogador começa a sumir e a mulher não quer mais saber.
Por isso ele já conheceu a família dela e vice-versa.Família é um patrimônio indestrutível para o craque.As instruções estão na Bíblia, o "manual do fabricante", como ele diz.
-Se fala que você tem que amar a sua mulher, é porque é daquela maneira.Um livro que não deixa nuncade ser best-seller.
Por isso ele já conheceu a família dela e vice versa.Família é um patrimônio indestrutível para o craque SÃO PAULINO.Quando se trata de família e confiança, Kaká fica sério.Talvez, por esse motivo, pareça estar pisando em ovos se o assunto é relacionamento pessoal.
Kaká é o maior fenômeno do futebol brasileiro dos últimos anos, na relação com a torcida. Há várias décadas que um jogador não arrebatava o coração de tantas torcedoras.Ele é de longe o campeão das cartas enviadas a LancCE!A+.A REVISTA CONVIDOU-O A MUDAR O CORTE DE CABELO NUMA DAS MAIS FAMOSAS REDES DE CABELEREIROS DE SÃO PAULO.Veja o resultado.
-Deixa eu ver a sua testa.
Foi a primeira coisa que pediram quando ele sentou na cadeira de cabeleireiro.Kaká deixou, ainda meio constrangido.Era o começo de um corte de cabelo que demorou duas horas e foi repleto de pitacos e opiniões de gente que achava que sabia como é que o jogador-galã ficaria ainda mais bonito.
A convite da Lance!A+, o meia São Paulino aceitou ir a um salão e mudar o visual.Famoso pela boa aparência e por ser o jogador preferido entre as adolescentes do país-mesmo as que torcem para outros times- o eleito craque da quinzena topou, desde que a transformação não fosse muito radical.É que mesmo que ele diga que não se importa muito com a fachada das coisas, sabe que sua aparência é das mais privilegiadas.
Então, melhor cuidar, mesmo que o objetivo não seja só ficar bonito.Em um ano, ganhou cinco quilos.Resultado de um trabalho para ganho de massa muscular.Nas divididas, não é mais o magrelo meia que vai ao chão.Ele está mais forte.
É outra também a recepção que tem no CCT do São Paulo.Antes, anônimo, seguia tranquilamente rumo ao vestiário.Agora, não passa da porta sem ouvir seu nome ser pronunciado por vozes estridentes, afoitas por um sorriso.Que ele dá.
Tanto assédio motivado também pela aparência mexeu com a vaidade.Kaká jura que isso não é importante e que não dá tanta atenção ao visual.Então vejamos...
Diz que não pára em todo espelho para checar o visual.Só no do carro, quando está no farol; em algum vidro espelho e-sempre-no elevador.
Seu maior problema?
-Espinhas.Não resisto, se vejo uma, espremo na hora-conta o jogador que não vai ao demartologista, mas usa sabonete esfoliante.
Ele sai de casa arrumado.O motivo são as entrevistas que normalmente dá depois do treino.Tira fotos para os jornais, aparece na televisão.Precisa estar bem.Cobrança de quem quer vê-lo bonito?
-Não, é porque faz bem para mim.Mudou bastante, mas manteve a essência.É discreto ao se vestir-gosta de branco.Não perde tempo em lojas, mas presta atenção na moda.Lê as revistas Vip e Audi e pega as dicas dos lançamentos para o púlblico masculino.Nada de jóias nem de marcas caríssimas: M.Officer , Hugo Boos e o que agradar, não importa a etiqueta.
A imagem de bonzinho não é uma imagem, ele diz.
-Sou assim.É coisa que vem da educação que eu tive, dos exemplos da minha família.Ficou caracterizado isso, do bonzinho, mas eu sempre fui.As pessoas é que viram esse depois-fala e arruma o cabelo novo.
Uma última olhada no espelho, sorriso e aprovação.Dessa mudança, pelo menos, ele gostou.






FONTE:REVISTA LANCE!A+




No mundo de Kaká, a vida ainda é bela

Muito perto de disputar uma Copa do Mundo aos 20 anos de idade, o ídolo do São Paulo diz que não freqüenta festas à noite, ouve somente música gospel quando está no carro, não anda com preservativos e que sexo é algo para ser feito apenas com quem se ama. E avisa: não está namorando. Kaká não aceitou o convite para participar de um programa de tevê na noite de hoje. Alegou, após o treino de terça-feira, um compromisso inadiável: Preciso ir à igreja. Já não vou há seis semanas. Perto de completar 20 anos, o meia-atacante que conquistou a camisa 8 do São Paulo e provavelmente um lugar entre os 23 que Luiz Felipe Scolari vai levar à Copa do Mundo continua o mesmo, pelo menos no trato com as pessoas. No campo, a evolução é nítida, jogo a jogo. A entrevista com o jogador ocorreu no Centro de Treinamento da Barra Funda na tarde de quinta-feira, um dia depois de mais uma excelente atuação. Kaká teve participação direta em dois gols são-paulinos na vitória por 6 a 1 sobre o Figueirense, resultado que classificou o time para as quartas-de-final da Copa do Brasil. Ao longo da entrevista, Ricardo Izecson Santos Leite foi se tornando inquieto e, no final, já olhava repetidas vezes para seu relógio de pulso. É que eu preciso fazer um pouco de musculação antes do treino. Tenho de ganhar 1 quilo de massa muscular, explicou o jogador de 1,85m e 77kg.

Quando o futebol entrou em sua vida?

Quando cheguei aqui em São Paulo. Minha família é toda de Brasília, eu também nasci lá (22 de abril de 1982), no dia do descobrimento do Brasil. Não é legal? Dos quatro aos sete anos morei em Cuiabá, e quando a gente mudou pra cá fui estudar no Colégio Batista, aqui em Perdizes. Um dia, um professor de Educação Física, chamado Montoro, mandou chamar minha mãe e disse que eu era diferente. Aí ela me matriculou numa escolinha de futebol. Depois ficamos sócios do São Paulo e aos 12 anos entrei para o departamento amador. Em março de 2001 você sonhava com a Seleção sub-20. Agora, seu nome é dado como certo na lista dos 23 que vão à Copa. Naquela época isso passava pela sua cabeça? Eu vivo de objetivos: naquela época, realmente esperava ser convocado para a Sub-20 que disputou o Mundial lá na Argentina. Eu sou assim sempre, traço um objetivo e trabalho por ele.

E quando passou a pensar na Seleção principal?

Durante o Brasileiro do ano passado. Eu estava bem e comecei a pensar sério nisso. Eu tô brigando pra isso, mas não posso me acomodar. Quando o cara acha que já está garantido, pode aparecer um problema.

Como tem sido seu relacionamento com Luiz Felipe Scolari?

Ele fala duro quando tem de falar, brinca quando dá para brincar. É gozado, né? Primeiro, todo mundo queria que ele fosse o técnico da Seleção; agora, ficam criticando. É por causa da posição que ele ocupa. Essa gente toda queria estar no lugar dele, entende? É uma espécie de inveja mesmo. Nesse período de tanta mudança na sua vida profissional, o que mudou na sua rotina pessoal? Eu cresci muito. É que no futebol a gente vive de extremos. Como nessa fase do São Paulo: quando a gente estava ganhando todas, todo mundo apoiava. Aí o time entrou numa fase mais difícil e vieram enormes cobranças. Vê só o que a torcida fez com o França: não queriam que ele fosse embora, porque é um craque e coisa e tal, e depois ficaram vaiando (referindo-se ao episódio da véspera do jogo contra o Figueirense, quando integrantes da Torcida Independente invadiram o CT e jogaram pipocas no campo, hostilizando o atacante). E como você lida com isso no seu dia-a-dia?

Eu não saio de casa. Procuro evitar ao máximo qualquer tipo de embaraço. É do trabalho para casa, da casa para o trabalho.

Contratou segurança?
Não. Eu acho que o torcedor pode fazer o que quiser lá na arquibancada, mas nunca entrar em campo. Tem de pensar no ser humano.

E quando a fase é boa, o que você faz?
Eu sou uma pessoa normal, da minha idade

Então você curte uma balada?

Eu nem sei direito como é uma noitada. Sei lá, não faço isso.

Mas você nunca ficou com nenhuma menina?

Já, claro.

Mas se você não sai...

No colégio.

O que você pensa sobre sexo?

É uma coisa muito séria. Hoje, fazem com qualquer uma, de qualquer jeito. Tá muito vulgarizado. Tem de ser com alguém que a gente ama.

Está namorando?

Não.

Você carrega preservativo nos seus pertences?

Não.

Já teve contato com drogas?

Nunca tive.

Nem sequer viu?

Ah, sim. Vi, uma vez, num luau em Santa Catarina. Eu tinha 16 anos. Eu sou bem careta, sabe, e para mim era um absurdo. De repente um lá acendeu um cigarro e eles fumavam como se fosse a coisa mais natural do mundo! Eu nem bebo. Para mim tudo que vicia é droga, inclusive cigarro e álcool.

E o que você gosta de fazer?

Nessa rotina de jogador sobra pouco tempo livre, mas eu gosto mesmo é de ficar com a família, é meu maior prazer, curtir meu irmão (Rodrigo, 16 anos, zagueiro central nas categorias de base do São Paulo).

Se a gente ligar agora o rádio do teu carro, um Golf, o que vamos ouvir?

Música gospel, ou em CD ou da rádio Manchete. Sou evangélico, da Igreja Renascer.

Você não escuta programas esportivos?

Não

Acompanha outros esportes?

Depende da fase. Eu gosto de automobilismo, de tênis. Agora vai ter a Liga Mundial de vôlei. Eu torço pra tudo que o Brasil participa

Você já planeja jogar no Exterior?

É um sonho, sim. Para aprender como é a vida em outro país, perceber as diferenças na cultura. Mas só daqui a uns dois anos (EEEEEEEEEEEEEEEEE...... Q BOM... Q BOM) Há não muito tempo especulou-se que você já teria sido negociado com o Milan... Com o Milan não, mas teve, sim, um interesse do Brescia. Agora, aqui eu jogo num time grande. Então, quando eu sair tem de ser também para um time grande, senão não. (A multa em caso de rescisão de seu contrato, que vai até 2005, é de US$ 20 milhões) (O assessor de imprensa do São Paulo avisa que o preparador físico o espera) Para encerrar, recebe muitas cartas?


Ah, umas 20 ou 30 por semana

Pretende casar, ter filhos?

Sim, quero ter dois filhos. Casar com uns 25 anos com uma mulher alta e bonita.

Você percebe quando alguém se aproxima por interesse?

Ah, com o tempo a gente vai aprendendo, né?